quarta-feira, 1 de julho de 2015

Jazz Vista Tejo

De 2 de julho a 9 de setembro, os fins de tarde às quintas feiras vão ser mais animados.



Música Jazz, rio Tejo e Somersby. A cada quinze dias, o restaurante "Este Oeste", no Centro Cultural de Belém, recebe a 2ª edição do “Jazz Vista Tejo Somersby”. Este restaurante que junta o melhor da gastronomia italiana, com a gastronomia japonesa numa só cozinha, irá juntar também fãs de diversos tipos musicais para uma agradável convívio de fim de tarde. Do jazz à salsa, do country-folk aos ritmos quentes da música africana, tudo servirá para fazer a festa. Para aproveitar ao máximo estes concertos, o ‘Este Oeste’ sugere alguns cocktails do bar, tais como o ‘May Fair Oeste’ e ‘BASIL Este’. Para trincar, pode-se optar por saborosos pratos de paladares dos dois pontos do globo, como a Bruscheta e a Tábua de Fumados Italianos ou a Ardósia de Sushi em Sashimi, makis e nigiris.

O programa musical, da autoria de Martim Torres, conta com a presença de ‘Havana Way’, ‘Sal Pimenta & Cacau’, ‘Golden Slumbers’, ‘Joana Espadinha’, ‘Ana Cláudia’ e ‘O Martim’. Os concertos decorrem sempre às 19h30 e a entrada é gratuita. Podem ter mais informações aqui.

PROGRAMA JAZZ VISTA TEJO SOMERSBY 2015 

02 Julho – 19h30 // HAVANA WAY
Havana Way é o ritmo quente e o sol de Cuba, é a Salsa, é o Merengue. Uma formação cubana criada pelo pianista Victor Zamora e composta por Michele Ribeiro nas teclas e voz, Leo Espinoza no baixo e precursão e claro, Victor Zamora no piano. A associação de três talentosos músicos cubanos habituados a fazer a festa onde quer que se encontrem resulta num concerto ao qual ninguém fica indiferente. A melhor abertura possível para o JVT 2015.

16 Julho – 19h30 // SAL PIMENTA & CACAU
Sal Pimenta & Cacau, é um trio musical com África no sangue e o mundo no coração. Em 2007, Carlos Elias e Nina Fung eram “Sal & Pimenta”, dois elementos vulgarmente associados a potenciar sabores. Ao fim de 5 anos, a rodagem tornou-se mais frequente e juntou-se um novo elemento ao dúo: Iúri Oliveira, na percussão. A fusão foi fácil, instantânea e complementar, tanto ao nível musical, como na cumplicidade. E o Iúri já tinha uma alcunha adequada: Cacau. Os Sal, Pimenta & Cacau temperam-se essencialmente de soul, afro, funk e mpb, mas com muita abertura para outros sons do mundo.

30 Julho – 19h30 // GOLDEN SLUMBERS
Golden Slumbers é um duo composto pelas irmãs Cat e Margarida Falcão. Inspirado pelo country e o folk anglo-saxónico, assente em harmonias vocais e nascido no seio de uma cultura Do It Yourself (DIY). Este projeto viu a luz em 2013, quando as irmãs começaram a compor temas regularmente. Com um pé em Lisboa e outro em Londres, onde metade do duo se encontra, as Golden Slumbers estão atualmente a apresentar o seu primeiro EP ao vivo. O primeiro disco de longa duração será lançado no Outono de 2015.

13 Agosto – 19h30 // JOANA ESPADINHA
Licenciada em Jazz pelo Conservatório de Amesterdão e ex-aluna do lendário Hot Clube de Portugal, Joana Espadinha é uma cantautora portuguesa que está atualmente a dar a volta ao país, apresentando ao vivo o seu primeiro disco: “Avesso”. A Joana faz-se rodear de um elenco de músicos de luxo e, com as sua voz melodiosa, passeia entre o jazz e a pop, sem receio de passar pelo rock ou até mesmo pela electrónica.

27 Agosto – 19h30 // ANA CLAÚDIA
A doce voz da Ana Cláudia é o baloiço de madeira em canções de qualidade ímpar com letras de quem não finge sentir. Estamos perante uma monstruosa lição de canto para qualquer um de nós, e com a produção desarmante de Ben Monteiro. Aqui não há margem para discussões sobre gostos ou apreciações. Aqui não é dada sequer a hipótese a uma outra margem. Só há espaço para entrar, despir tudo e contemplar a brilhante atmosfera para onde somos transportados a cada pulsação de avanço, como um rio que transborda todas as memórias que merecem estar à tona.

9 Setembro – 19h30 // O MARTIM 
“O Martim” nasce como confessionário-pop de Martim Torres, rapaz lisboeta que munido de um computador bem artilhado, vários instrumentos, voz malandra, e uma pandilha de amigos músicos extremamente virtuosos grava no seu estúdio caseiro as canções que aqui e ali vai escrevendo. A realidade que “O Martim” toca e canta situa-se num eixo marginal entre o Príncipe Real e a discoteca Lux de Santa Apolónia, fazendo escala no Cais Do Sodré durante largas horas. Canta-se a rua, o quarto, a casa de banho, o clube, a casa de banho do clube…Canta-se um lugar mas também um tempo, uma personagem, um Martim que se propõe a ser muitos ao mesmo tempo.

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