quinta-feira, 9 de julho de 2015

Ainda sobre o Sushi Fest

Volvida uma semana após o primeiro dia deste festival que acabou por ser um sucesso e comprovado por nós, a organização lançou hoje o seu balanço final e deixou umas surpresas no ar.


Fotografia de Fernando Costa/ ZOF
5500 toneladas de peixe, 750kg de camarão, 4 toneladas de arroz, 2 toneladas de fruta, 1.5 toneladas de legumes, mais de 140 sushimen, mais de 200 mil peças de sushi, 4 camiões de frio, 60 pontos de frio, mais de 7.500 pessoas presentes, foram estes os números da primeira edição do Sushi Fest, um evento que aliou o melhor sushi a três dos melhores nomes da música portuguesa e à cultura japonesa. Nos passados dias 2, 3 e 4 de Julho, os Jardins do Palácio Marquês de Pombal, em Oeiras, receberam o primeiro festival de sushi da Europa, num ambiente descontraído e com momentos verdadeiramente únicos. No Espaço Japão, o público encontrou demonstrações de sabre, tambores e leques japoneses, e participou nos diversos workshops de origami, caligrafia japonesa e bonsais que tiveram lugar todos os dias, assim como o Espaço Cinema. Amor Electro (dia 2), Paulo Gonzo (dia 3) e Ana Moura (dia 4) proporcionaram concertos memoráveis que casaram na perfeição com o jantar de sushi. Os DJs Rui Remix, André Henriques e Sofia Gião encerraram as noites do Sushi Fest com as suas after parties sempre repletas de animação.

Nuno Graciano, sócio e fundador da CoolWorld, refere que foi concretizada com sucesso “a mais complexa operação de restauração em Portugal e na Europa. Servimos sushi de qualidade a milhares de pessoas. O que aconteceu foi importante, inovador e abre portas para coisas extraordinárias. Finalmente existe um modelo de grande evento gastronómico assente num único plano de segurança alimentar (HACCP). Queremos felicitar publicamente as inspeções de que fomos alvo, uma vez que nos permitiram validar todos os processos e procedimentos implementados e ter um evento de excelência em termos de segurança e qualidade alimentar”Face aos atrasos que ocorreram no primeiro dia de evento, a organização está em contacto com todos os que já apresentaram a devida reclamação. De realçar que, apesar do jantar de sushi ter registado tempos de espera superiores ao expectável, o evento nunca teve falta de sushi e, no primeiro dia, todos os Sushi Bar estiveram abertos até às 02h da madrugada, hora em que o recinto fechou.

O desafio de formar uma inédita equipa de profissionais que fossem capazes de confecionar sushi para milhares de pessoas, durante os três dias do evento, foi cumprido. A equipa de mais de 100 pessoas estava preparada e soube-o demonstrar, tendo sido alheia aos problemas logísticos que surgiram no primeiro dia. “Nos dois dias seguintes ficou provado que o Sushi Fest é um conceito que funciona e que proporciona uma experiência fantástica ao público que o visita. Tivemos um feedback positivo por parte de patrocinadores, parceiros estratégicos e apoios institucionais e estamos já a pensar no próximo ano”, acrescenta Nuno Graciano.

A organização do Sushi Fest pretende levar o conceito para fora de Portugal, mas também a outros pontos do país e está já a avaliar a possibilidade de realizar ainda este ano um Sushi Fest no grande Porto.



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