terça-feira, 8 de julho de 2014

Câmara de Lisboa e a ratio de uma decisão...digamos...estranha(?)



Aqui o vosso escriba estava numa onda de notícias positivas sobre Lisboa. Até existe um novo anúncio publicitário que pulula pelas TV's que mete icones da nossa cidade e que dá uma visão espectacular e fenomenal sobre a nossa cidade. Mas o Público impede-me de fazer isso...


Não quero maçar os leitores do blogue com os pormenores de uma longa notícia, que recomendo vivamente a leitura atenta. Até poderia começar a discorrer sobre o facto de não ser estranho isto ter acontecido durante uma gestão camarária socialista. Mas isso também não iria ser útil: afinal, o problema é mais grave do que apontar o dedo a A ou B. Até porque, este é um problema recorrente a qualquer partido que esteja no arco da governação.

Difícil se torna de gerir, bem, uma Câmara quando fenómenos destes, de suspeitas práticas concursais impedem uma evolução financeira e económica positiva, assente em pilares fundamentais de boa governação económica, concorrência leal e total transparência e cumprimento de regras nos concursos públicos, para que não haja benefícios por baixo da mesa, prejudicando quem concorre de boa fé. Na verdade, este não é um problema virgem. Escolhi esta notícia, mas poderia ter escolhido outra, para ilustrar um fenómeno demasiado presente, que, a nível local, pode ter consequências nefastas: manifestações, claras, ou subentendidas, de fenómenos de corrupção que atentam a uma boa governação da edilidade. E que implicam, de forma directa ou indirecta, demore o tempo que demorar, uma total separação entre os eleitos e os eleitores.

Fica a dica e a chamada de atenção.

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