quinta-feira, 6 de março de 2014

A incapacidade de António Costa de admitir o óbvio: a sua abjecta incompetência



Realmente, António Costa é mesmo teimoso. Foram precisos, pratiacamente, três anos de processo judicial, permeados com decisões judiciais com o mesmo enfoque, e mesmo assim António Costa não quer admitir a sua incompetência total. Ou melhor, a sua total incapacidade de admitir o óbvio: a fiscalização da sua governação pelos jornais, algo absolutamente normal em países civilizados.

O Público não é nomeadamente um jornal que prima pela qualidade jornalística, mas de vez em quando lá acerta no ponto. E hoje é uma dessas vezes. Como diz, e muito bem, está em causa: "(...) muito do que é o consenso social e político sobre a necessidade de assegurar a transparência da administração pública.

Ademais, o problema ainda se adensa quando se repara no objecto do pedido de informação: "Na origem do caso encontra-se um relatório elaborado no início de 2011 pelo então vereador Fernando Nunes da Silva acerca das práticas camarárias referentes à adjudicação e execução das obras municipais. Por aquilo que se soube através de uma curta recomendação elaborada pela Comissão para a Promoção das Boas Práticas do município, com base naquele relatório, e depois divulgada no site da câmara, a contratação das obras enfermava de graves problemas. Entre eles avultava o excessivo recurso à figura dos ajustes directos, em detrimento dos concursos públicos, e a sua concentração num reduzido número de empresas - bem como os elevados gastos em “trabalhos a mais” e o pagamento de vultuosos juros de mora aos empreiteiros.

Costuma dizer-se que quem não deve, não teme. E esta acção de António Costa, recusando-se terminantemente a compreender o que é a democracia e a responsabilidade de exercício de um cargo público, é apenas mais um exemplo da sua total incompetência e inabilidade política. E ainda se pensa que ele quer ser PM... Coitado deste país...

Lisboa está, como tem estado nos últimos anos, entregue à escória da política. E assim continuará, a definhar...

Sem comentários:

Enviar um comentário