quarta-feira, 10 de julho de 2013

António Costa e os seus desejos políticos: como é bom sonhar no vazio...



Parece que António Costa tem um sonho. António Costa tem o sonho de conseguir um desejo nunca antes alcançado e que sirva como passagem de testemunho, pelo seu inigualável trabalho na edilidade alfacinha. Estamos a falar de um homem que resume o seu sonho através destas palavras:


Portanto, para Antóno Costa, o seu sonho resume-se a esta ideia: as eleições não servem para escolher, não servem para estudar alternativas, não servem para escolher projectos, não servem para descobrir se se confia em A ou B para governar. Não, as eleições servem para o culto da sua personalidade imberbe. 

Naturalmente que a sua acólita, Helena Roseta, que prima pela mais absoluta (in)coerência política, o que faz dela um (não) exemplo, profundo, de confiança nas suas palavras, declarou que:


Poder-se-ia, de forma condescendente, e com um profundo suspiro, explicar à Mrs. Roseta que Lisboa não é uma aldeia de gauleses no meio das guarnições romanas. Que, como tal, não pode escapar nem ser uma ilha deserta face ao oceano geral de crise e austeridade. Que, como tal, não admira que António Costa, para ter hipóteses de ver o seu sonho concretizado, se rodeie de pessoas que nutrem a mesma paixão pelo elemento que mais os une: a (in)competência e a demagogia, mais a incapacidade de governar para o bem-comum.

No fundo, o sonho de António Costa é o desastre cada vez mais eminente de uma cidade em decadência espiral contínua e sem fim à vista. No fundo, o sonho de António Costa também o sinal da oposição (in)existente, nesta cidade que se perde, qual donzela, nos rodeios palacianos do poder.

1 comentário:

  1. EPAH ISTO É VERGONHOSO!!! COMO É QUE ISTO É POSSÍVEL? NÃO QUER MOSTRAR O RELATÓRIO?? ENTAO PAH? É PARA FAZER AS OBRAS TODAS AGORA É? VERGONHA

    SOFIA

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