quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Assim sim!


Encontrei esta fotografia e remete-nos para a zona de Anjos. 

Olhar para esta fotografia deixa-me profundamente entusiasmado. Este é o modelo  a seguir. Lisboa, tem zonas com uma enorme expressão cultural popular. Jovens e menos jovens desenham nas paredes verdadeiras belezas. O problema é a falta de enquadramento e sobretudo a falta de rigor. 

Ora, aqui está um exemplo de unir a rebeldia e arte com a beleza de uma cidade. 

A anarquia das pinturas que vemos pela cidade, em forma de grafites(ler como os brasileiros), torna certas zonas de Lisboa, uma cidade suja e desordenada. Para além da descida de adrenalina que é pintar com o risco de ser apanhado, esta situação pode e deve ser testada em mais zonas da cidade. A isto chama-se respeitar o espaço público de Lisboa.

O caminho é por aqui. A mão dada entre a arte e o rigor. Bom exemplo! 

4 comentários:

  1. grafite não... ou grafito ou grafíti.

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  2. Caro anónimo, também tive duvidas sobre a terminologia e o trandutor automático assumiu. Mas por aqui diz que está correcto:
    http://pt.m.wikipedia.org/wiki/Grafito

    Como acha melhor então?

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  3. É isso aí cara, no brasiu você pode sair no meio da rua dizendo grafite, mas aqui em portugal, não pode não.

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    1. Estamo tentando internacionalizar o Pensar Lisboa cara. É isso memo. Vamo botar faladura para atrair os nossos irmãos brasileiros.

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