segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Rota dos Buracos: Rua da Esperança, Santos-o-Velho


A rota dos buracos continua. Desta vez passámos na Rua da Esperança, que fica na freguesia de Santos-o-Velho. Esta histórica rua começa no número 67 da Avenida de D. Carlos I e termina na Rua das Trinas, no número 2. Veja-se na fotografia abaixo (cujo autor não conseguimos identificar, retirada de oasis.halfmoon.jp, e tirada há uns anos, já no séc. XXI) o panorama geral da rua, na direcção da Rua das Trinas.
Rua das Trinas

Se à data desta fotografia o pavimento da rua em causa (da estrada, refira-se) estava impecável, hoje (e de há muitos meses a esta parte) devo dizer-vos que a rua está praticamente intransitável, excepto para os destemidos que ainda se atrevem a ir até à Rua das Trinas ou até à Rua de S. João da Mata, entrando pela Rua do Guarda-Mor, por esta artéria. Ou excepto para os totalmente desconhecedores do estado crítico do asfalto. Seja como for, uns e outros têm de saber e conhecer o estado miserável em que se encontra aquela estrada, sob pena de verem rebentados um ou mais pneus, ou mesmo sob pena de verem um eixo do carro partido ou um amortecedor muito mal tratado. Aproveitamos para acrescentar que os buracos (ou melhor diremos crateras, como pelas fotografias se verá) se encontram em frente aos primeiros números da Rua da Esperança, imediatamente antes da Junta de Freguesia de Santos-o-Velho, e mais adiante, já a meio da rua, em frente ao nº 71.

As três primeiras fotografias (fotografias aqui legendadas como 1, 2 e 3) foram tiradas no início da rua, junto a um carro estacionado. Repare-se que na fotografia acima (fotografia panorâmica da rua), podemos ver perfeitamente que estes buracos ficam exactamente no eixo das rodas do lado direito de cada carro que por ali passe. E não há muita margem para nos desviarmos pela esquerda em virtude de a rua não só ser estreita, mas também por ter carros estacionados do lado esquerdo. Da nossa experiência de várias vezes que ali passámos a conduzir ganhámos um calafrio por quase riscar o nosso carro e outro estacionado na via da esquerda, tentando fugir ao buraco, o que não é de todo possível. Trata-se, afinal, de uma dupla cratera.
Fotografia 1
Fotografia 2
Fotografia 3





Mais à frente deparamo-nos com outra dupla cratera. Repare-se na bolsa de telemóvel que propositadamente pusemos nos buracos para servir de escala, de modo a termos melhor noção do tamanho real dos buracos. É, de facto, inadmissível que o piso se encontre neste estado há meses. Ouve-se o barulho de plástico a rachar ou a estalar quando um ou outro condutor mais distraído ou desconhecedor daquele piso por ali passa, sem imaginar o que vai encontrar debaixo dos pneus do seu carro.

Fotografia 5

Fotografia 4















Espera-se, sinceramente, que as entidades competentes e responsáveis façam alguma coisa rapidamente para sanar este autêntico "caminho de cabras". Esta artéria merece e as pessoas que por lá passam também.



Fotografia 6

Fotografia 7


"Tomada como caminho para ocidente, servia de passagem a quantos, vindos das Portas de Santa Catarina, demandavam Alcântara e atravessavam depois a respectiva ribeira, a caminho de Belém. No século XVI, já a Esperança era via conhecida e trilhada" (in http://aps-ruasdelisboacomhistria.blogspot.pt/2008/03/rua-da-esperana-i.html). Esperemos que rapidamente assim se torne e para tal o seu piso ajude... 

7 comentários:

  1. Analogia APROPRIADA!!!

    A esperança pode ser a última a morrer, mas até lá vive em agonia, tão esburacada quanto a rua que lhe dá nome. :(

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  2. Já à muito tempo que não via tanta demagogia!! Quase 20 fotos para o mesmo buraco.

    Certamente que encontram notícias mais interessantes sobre Lisboa.

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  3. Atenção ao à sem h, Carolina.

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  4. É por esse tipo de comentários que cada vez sou menos frequentadora do vosso blog, tenho pena. Antes todos os dias vinha ler a entrevista da personalidade sobre o que mais gosta e menos gosta de Lisboa

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  5. Carolina, sou o mesmo anónimo do comentário. Nada tenho a ver com a gestão do Pensar Lisboa. O site não tem culpa. Não percebo a indignação, apenas pretendi corrigir um erro que acontece com muita frequência e que pode ser evitado. Eu próprio já fui alertado por mais que uma vez. É só isso!

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  6. Senhora Carolina Soares, não está a ser correcta com os membros deste blog. Quem somos nós para criticar se não fazemos nada e eles fazem? Que culpa têm de comentários que aqui sejam feitos? Eu acho que até é um sinal da democracia, pois deixam os comentários (não os apagam)!

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  7. Estou de acordo com a Carolina. Este blog está cada vez mais demagogo e a perder imparcialidade

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