quarta-feira, 25 de julho de 2012

Rotunda de Marquês - o esquecimento socialista da transparência

Pelos vistos, segundo o CDS-PP e o PSD, parece que a edilidade socialista se esqueceu do seu dever de informar a Assembleia Municipal sobre as alterações na Rotunda do Marquês. Que os socialistas se "esquecam" de como se realiza os checks and balances num sistema democrático, entrando na espiral demagógica do "tudo posso, tudo quero e mando", isso já não admira, mas, infelizmente, parece que o vício está demasiado entranhado.



Na assembleia municipal de terça-feira, o presidente da Câmara de Lisboa disse que já estavam a decorrer as obras na rotunda do Marquês de Pombal.

António Carlos Monteiro disse que o “normal”, quando há consulta pública, “é haver relatório da consulta pública e ser apresentado à câmara. O que não é normal é aquilo que vai ser colocado no terreno não ser do conhecimento da câmara antes de ser instalado”.

Também o vereador do PSD Pedro Santana Lopes subscreveu as críticas do CDS-PP e acrescentou que o período de testes escolhido “é complicado” por se tratar de uma altura de férias. “É arriscado, mas estou curioso”, afirmou.

Na resposta, o vereador Nunes da Silva disse que a obra que está a ser feita é a “construção de dois pequenos troços na zona sul, que são os únicos que faltavam para fazer a rotunda exterior”.

“O que está a ser feito é a preparação do teste que decorrerá de setembro a dezembro, findo o qual haverá uma deliberação e será apresente uma proposta final. Foi essa a decisão que foi tomada. Não fazia sentido voltar aqui outra vez sem se fazer o teste e não há nenhuma ultrapassagem do que foi aqui apresentado”, assegurou.

Fica o pensamento para os nossos leitores.





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