Aceitando o amável convite para
participar neste blog, de acordo com os seus objectivos – “Pensar Lisboa”, uma
maneira diferente de a ver e de a viver – pretendo, assim, mostrar a minha
visão sobre a cidade a partir de um ponto de vista diferente e bem português –
a causa do Rei.
Questionam-se sobre o que terá
uma ligação à outra… Eu só encontro uma resposta: o poder local enquanto
serviço à população, à imagem e semelhança do Rei para com a sua Pátria e o seu
povo.
Várias são as dificuldades e
limitações da Câmara mais endividada do país. Gestão urbanística, limpeza,
segurança, trânsito… No entanto, o que fazer quando as necessidades são
imperativas e o orçamento não estica? S.A.R. D. Duarte de Bragança, em todo o
contacto e conselho apresentado aos diversos autarcas do país com que lida
regularmente, lembra-os sempre de que “o que falta em Portugal é um raciocínio
lógico em todas as decisões”. Quer isto dizer que, apesar dos erros cometidos,
das faltas do passado, em favorecimentos político-partidários, o povo e o
cidadão contribuinte é que fica prejudicado, porque o “raciocínio lógico” não é
ensinado em carteiras de escola.
As eleições autárquicas de 2013
aproximam-se. A especulação instala-se sobre quem será o candidato indicado por
cada um dos partidos. As escolhas dos cidadãos de Lisboa são constantemente
bloqueadas e limitadas por muito do que o Poder Central – estando ele
efectivamente “centralizado” na capital – determina e lhe favorece. Novamente o
Duque de Bragança lembra que não há eleições mais verdadeiras que as
Autárquicas, onde o povo se “revê” directamente nos candidatos, porque é neles
que se espera o contacto e atenção mais directa com os problemas. Têm os nossos
autarcas este raciocínio quando equacionam as suas candidaturas?
Inúmeras vezes se tornou público
a intenção de grupos de cidadãos, mais ou menos alinhados nos partidos da
governação, que se organizam numa candidatura às autarquias locais. Uma
liberdade mais consciente de que o poder não está limitado à determinação da
parte, mas sim o poder dos cidadãos aos cidadãos capazes de ajudá-los e
respeitá-los na ordem da urbe. Inúmeros também são os monárquicos – assim se
dizem e poucos até apresentam cartão de associados da Causa Real –, que em prol
do serviço às populações no âmbito local, não entendem que a entrega é, em
primeira instância, um serviço à Pátria e ao seu Rei. Servindo melhor nas
responsabilidades confiadas, devem corresponder aos ímpetos dos corações
cansados da lengalenga republicana com uma opção nova, diferente e de ar fresco.
Passará pelo exemplo de cada um
dos governantes a imagem e o sentido que se querem em Portugal. Sempre foi e
sempre será. Pelo Rei e pela grei!
João Maciel-Embaixador
Presidente da Juventude
Monárquica de Lisboa

Sem comentários:
Enviar um comentário