segunda-feira, 30 de julho de 2012

António Costa: o retrato da política execrável







Por vezes, admira-me como os políticos se metem a jeito para serem trucidados pela opinião pública. Desconheço se é por mau-jeito, se por pura incompetência, ou se porque gostam de ter as luzes da ribalta sobre eles. António Costa é um deles, onde a vergonha, quer de uma forma escrita, ou através de uma forma visual, ganha novos contornos.

Não estão em causa as suas capacidades para liderar o PS, ou se isto será um aviso inseguro para o Seguro, ou se o PS finalmente se assume como um saco de gatos amanhados. Trata-se sim de como um político, simplesmente se está a lixar para a cidade que governa.

Resolver os problemas de Lisboa? Resolver os problemas financeiros de Lisboa? Resolver os problemas habitacionais de Lisboa? Resolver os problemas de circulação em Lisboa?

Não, nada disso interessa: o que interessa é dizer que até tem umas qualidades para ser líder do PS. Já não há paciência para este deboche e para este assomo de política abjecta, praticada através de momentos de atroz execrabilidade. Num país normal: isto e outras coisas dariam demissão. Num país como Portugal? Assobia-se para o lado e acha-se natural.

Resultado? Lisboa cada vez pior. Assim é António Costa, o retrato da política execrável e mais abjecta.

5 comentários:

  1. Olha olha andam muito animados por aqui. É tudo medo do Costa?

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  2. Caro RP,

    Não tenho medo do António Costa, ou de outro qualquer que pertenca à política mais execrável e abjecta que pode haver. Apenas tenho receio da incompetência natural que professam, porque isso significa o desastre de Lisboa.

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  3. Caro,

    Para elucidar.

    Gostava de conhecer exemplos concretos da real política execrável e abjecta de António Costa.

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  4. Caro,

    Pessoalmente, e creio que já deixei bem claro nos vários escritos que já aqui coloquei, o facto mais execrável e abjecto de um político é não saber respeitar os membros da Comunidade que abdicaram de parte da sua liberdade invididual, para alguém os governar.

    Como tal, momentos como lançar um livro com uma clara mensagem, uma participação semanal num programa televisivo a preparar a candidatura a um partido, estas declarações: bastam para eu classificar como exemplos de política execrável e abjecta. E mesmo assim, já estou a ser simpático, porque isto não é a verdadeira Política, é uma corrupção do termo.

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  5. No dia 28 de Novembro, o António Costa reuniu-se com os trabalhadores da EPUL para comunicar que a quer fechar, acompanhado pela vereadora das finanças (Maria João Mendes), do urbanismo (Manuel Salgado) e Eng Carlos Inácio

    Faz sentido...

    A empresa deixou de dar emprego aos boys... Um insulto!
    Deixou de promover o negócios dos boys.... Uma afronta!
    Deixou de dar dinheiro aos amigos... Um escândalo!
    Deixou de ser o "saco azul" da CML... Uma provocação!
    Deixou de financiar a CML naquilo em que ela não queria dar o nome ou assumir-se... Uma violência!
    Valorizou o património em 18 milhões ... Inaceitável
    Reduziu o endividamentoem mais de 10 M... Impossível!

    é Justo que acabe....
    é um insulto a todas as empresas públicos e municipais governadas e arruinadas por boys incompetentes e pagos a peso de ouro.

    Diz o António Costa que é para evitar a perda do património da EPUL (que a empresa valorizou em 20 Milhões desde 2009).
    Diz que é para garantir o pagamento as credores... (sem que a CML tenha que pagar os 72 milhões que deve)....
    Diz que é para proteger os trabalhadores do desemprego... sensato... uma vez que a empresa nada deve aos seus funcionários, a CML não gastava um tostão com esses vencimentos e agora aceita suportar uma despesa superior a 5 Milhões por ano para os defender...
    Diz que é para proteger o património de 350 milhões e não para alimentar fundos imobiliários nem para entregar a privados (disse o Dr. António Costa que se isso acontecesse o "valiosíssimo e importantíssimo património da EPUL seria vendido em condições de mercado desfavoráveis implicando enormes perdas")......

    Lembram-se do negócio dos CTT de Coimbra??? Mantenham-no fresco na memória!!

    Uma vez mais parece que estamos perante a receita habitual de privatizar o que dá lucro tornando públicos os prejuízos (para o bem democrático de todos nós... evidentemente)
    É o primeiro caso de uma empresa com resultados positivos, com indicadores económicos positivos e em crescendo apesar da crise, com boas práticas e sustentável que é fechada apenas por decisão política sem qualquer critério de racionalidade económica, financeira ou gestiva. Até parece que o princípio é... se funciona tem que fechar....
    CHEGA OU QUEREM MAIS?

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