terça-feira, 22 de maio de 2012

Metro de Lisboa: de greve em greve, até à bancarrota definitiva


Numa empresa cuja situação financeira se assemelha ao estado do país, mais uma greve a importunar a vida de cidadãos, e a dificultar o trabalhador privado a ganhar o seu pão. Não há muito mais a dizer, a greve é um direito constitucional, mas não uma arma de confronto que é usada sem a medição das consequências e com o profundo esquecimento que, ao lado dos direitos, existe a outra face da moeda - os deveres. Faço minhas as palavras de Margaret Thatcher.




3 comentários:

  1. Olha-me este triste exemplo
    http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=50389

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  2. Li-o meu caro Jorge, e ainda fiquei mais deprimido. Quando estive em Berlim, às Sextas e aos Sábados os transportes públicos funcionavam 24h sobre 24h. Assim se vê a diferença entre um país civilizado e um do Terceiro Mundo, com sindicatos da idade da Pedra.

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  3. Enfim.... hoje o metro foi bem vaiado no RiR... E com razão. Vergonhoso. Trabalhadores nada preocupados com a sua missão. Digam o que disserem é o que me transparece como alguém que com eles celebra um contrato

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