quinta-feira, 1 de março de 2012

Fecho da Livraria Portugal: mais um pedaço de Lisboa que morre

Não há muito a dizer sobre mais um momento triste da nossa amada cidade. Razões ponderosas ditaram o seu encerramento e a cessação de um espaço onde a cultura era elevada ao seu mais alto nível.

Apenas fica a nota de tristeza profunda, ou não fosse uma livraria; um espaço como outro que não existe e que encerra no seu interior, sabedoria imperdível.

Nota de rodapé internacional para os nossos estimados leitores:

Pelos vistos, pelos lados asiáticos do Mundo, uns quantos comunistas parecem estar a ganhar juízo, finalmente. Aparentemente, boas notícias.

6 comentários:

  1. Mais um... numa Lisboa aos caídos...

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  2. Grande verdade como assim?
    O que era suposto acontecer a um negócio caduco que não se reinventou para sobreviver aos tempos?

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  3. Infelizmente, a Livraria Portugal não se reinventou e não se readaptou. O surgimento das grandes cadeias, como por exemplo, a FNAC, mecanismos do livre funcionamento do mercado, teve este reverso da medalha.

    A minha nota apenas é de tristeza, pois se as livrarias querem continuar a ser uma tendência, então devem readaptar-se e reinventarem-se. Não obstante o que acabei de dizer, dificil é isso de se fazer com um Estado demasiado presente na vida económica nacional.

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  4. Gostaria de reforçar, que a situação precária em que todo o comércio de rua e as benditas pequenas e médias empresas se encontram, devem-se em grande parte à aliança dos organismos estatais com as grandes superfícies e "homens da massa" deste País... parece um pouco comunista, mas em Inglaterra os Centros Comerciais como os conhecemos em Portugal é uma mentira, isto para permitir manter um estilo de concorrência "perfeita" no mercado.

    Depois os lobbys políticos como os conhecemos, associados talvez aos apoios paras as campanhas dos partidos e com remorsos à mistura lá vêm fazer leis como as de encerrar as grandes superfícies aos domingos...

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  5. talvez aqui seja exagerado falar das pequenas e medias empresas, mas sim, elas também têm sofrido com a fraca concorrência que existe em Portugal...!

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