terça-feira, 6 de dezembro de 2011

A confusão socialista num espasmo de incompetência

Uma comunidade governada por um ferrenho adepto do socialismo, quer em termos teóricos, quer em termos políticos, quer em termos teóricos, é um conjunto ordenado de indivíduos que está condenado a ouvir e a ler certas notícias que provocam arrepios na espinha, tamanha é a incompetência que transmitem.

Este tipo de medidas, por mais que possamos admitir que suscitam a curiosidade do velho ideal do "exemplo vem de cima", simplesmente não fazem o mínimo de sentido quando temos situações como esta e esta, somados a contributos como este.

Eu não sei qual dos exemplos é o pior, qual dos exemplos revela o desnorte financeiro de uma Câmara governada por uma ideologia que esgota a propriedade privada. Mas o mais incrível, e o mais inaceitável, é que se usem razões como "cauteloso, por contraponto com anos anteriores de ciclo económico mais favorável, antecipar o processo subjacente a esta opção e a relacionada consulta à banca criando todas as condições para, em Janeiro, ser possível a contratação deste financiamento", para justificar uma situação de puro alheamento da realidade.

É claro e notório que a CML tem trabalhadores a mais, como tal, como uma boa empresa, há que resolver o problema através da despesa: ou se despede, ou se reduz a despesa mantendo os trabalhadores, leia-se, redução de salários. Infelizmente, a tónica nacional é o bacoco do socialismo despesista, que pensa em criar condições legais para recorrer a um empréstimo como forma de prevenção. Forma de prevenção, meus caros, é exactamente saber controlar a despesa sem recorrer ao crédito que, mais tarde, irá criar ainda mais problemas devido aos juros que têm que ser pagos.

Pois bem, parece que estamos reduzidos a esta choldra torpo incompetente que, pelos vistos, não sabe reger as finanças de uma Câmara. Irritante isto é, desesperante isto é, urge a mudança deste estado podre de coisas.

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