quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Rubrica: Lisboa aos olhos de Cunha Vaz


Temos hoje a responder à nossa rubrica António Cunha Vaz, Presidente da Cunha Vaz Associados, Consultores de Comunicação. Um enorme agradecimento por parte do Pensar Lisboa. Seguem as respostas do nosso convidado.
Pensar Lisboa -O que mais gosta na cidade de Lisboa?
António Cunha Vaz - Os mares do Tejo, sejam de prata ou de palha, os telhados tradicionais e os imensos quadros de Carlos Botelho que ainda se podem observar nas zonas históricas da cidade.
Pensar Lisboa -O que menos gosta em Lisboa?
António Cunha Vaz - O estado de degradação de algum imobiliário, devido, por um lado a leis de arrendamento ruinosas e, por outro, ao desleixo das autoridades e de alguns proprietários.
Pensar Lisboa -O que mudava em Lisboa?
António Cunha Vaz - A estreiteza de vistas que impediu Frank Ghery de vir para a cidade e os eternos velhos de Restelo e Zés que fazem falta e depois vestem qualquer camisola por um lugarzinho ao sol.
Pensar Lisboa -O que recomendaria a um turista em Lisboa?
António Cunha Vaz - Para almoçar, o Olivier avenida, para jantar o XL, para a noite, o Onda jazz e o Xafarix (menos em vésperas de fim de semana). Para visitar os Jerónimos pela homenagem aos Descobrimentos que são e pelo facto de se ter pensado lá colocar o nosso espólio do tempo em que fomos relevantes para o mundo, o museu Berardo, a praça de touros do campo pequeno e o palácio Belmonte que merecia ser restaurado.
Pensar Lisboa -Com que cor identifica Lisboa?
António Cunha Vaz - Luz, q é a côr que nos ilumina.
Pensar Lisboa -Numa palavra, Lisboa é...?
António Cunha Vaz - A cidade luz - que não é eléctrica como a de outras.

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