quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Da minha Lisboa

Por força da minha profissão vejo-me a atravessar Lisboa várias vezes por dia de metro, autocarro, carro ou a pé. Somos uns sortudos. Embora tenhamos uma cidade suja, desanimada, por vezes perdida numa tristeza provocada por um abandono acentuado pela crise que passamos, temos ainda assim a cada olhar, a cada curva, na mais inesperada esquina; fontes de luz, inspiração e motivação que nos orgulham na condição de alfacinhas.
Mas de facto é imperativo que esse orgulho se transforme em brio. E esse brio em exigência.
Queremos mais dos nossos outros alfacinhas, de quem nos visita, de quem aqui trabalha e de quem nos governa.
Triste é a cidade que apenas ilumina os olhos dos seus babados turistas...

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